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Louvai o Senhor e rendei-lhe graças!



sábado, 26 de junho de 2010

Sedução, o Luar de Rio Branco, poema de Luz...


Visconde do Rio Branco é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 34.726 habitantes.

O Município de Visconde do Rio Branco está situado na Zona da Mata, Região Sudeste do Estado de Minas Gerais. A Zona da Mata é considerada Zona silenciosa da historiografia Mineira. Seu desenvolvimento econômico e social só apareceu no século XIX. O liberalismo, o progresso que a máquina a vapor e a eletricidade trouxeram, assim como o estilo arquitetônico eclético e uma mentalidade nova caracterizam aquela época. A região não teve a influência dos Bandeirantes em sua formação. Por não se encontrarem aqui riquezas em ouro e pedras preciosas, o que era comum em outras regiões do Estado de Minas, é que a Zona da Mata teve seu processo de desenvolvimento retardado. A abertura da estrada nova para o Rio de Janeiro foi, sem dúvida, um importante marco para o progresso da Região, pois ela atravessa a Zona da Mata. Por ela saía toda a produção agrícola da região, principalmente o café, muito cultivado na Zona da Mata, no século passado. Por esse motivo, esta região tinha maior número de escravos a serviço das plantações de café. Daí começou, realmente, o progresso da Zona da Mata, com a abertura de fazendas e afluxo de pessoas para as plantações.

Visconde do Rio Branco faz parte da Zona da Mata, portanto sua história está, de certa forma, dentro deste contexto. Tem uma história bem mais recente em relação a outros lugares de Minas. Com cerca de 34.000 habitantes, Visconde do Rio Branco fica a uma altitude de 340 metros e dista da Capital do Estado, Belo Horizonte, 320 quilômetros de estrada asfaltada. Nos seus primórdios, a localidade foi, sucessivamente chamada de Xopotó dos Coroados, Aldeamento do Presídio, Aldeia do Presídio, Presídio de São João Batista, São João Batista do Presídio, Presídio, Visconde do Rio Branco, Paranhos e Visconde do Rio Branco.

Remontando ao princípio do século XIX, veremos que a sua história ficou marcada com a instalação, em terras do Presídio de São João Batista, do Quartel de Guido Tomaz Marliére que foi o colonizador, o civilizador das Terras Presidienses e da Zona da Mata. Dessa obra participou Padre Manoel de Jesus Maria, que preparou para Marliére todos os caminhos através de seu trabalho catequético junto aos indígenas locais. Esta região, por ter grande concentração de índios, tornou-se o quartel de Guido Marliére, Diretor Geral dos Índios, cujo domínio ia do Vale do Rio Doce a Campos dos Goitacases, no Estado do Rio de Janeiro.

Em 22 de setembro de 1881, através da Lei Provincial nº2.785, se estabelece os foros de vila e Município para o Presídio, o qual tinha sob sua jurisdição os atuais Municípios de Visconde do Rio Branco, Guiricema, São Geraldo, Guidoval, Cataguases, Ubá, Paula Cândido, Muriaé, Miraí, Laranjal e Patrocínio do Muriaé.

Visconde do Rio Branco recebe este nome em 1882 por iniciativa do deputado José Pedro Xavier Veiga que, ao elevar a vila à categoria de cidade no dia 28 de setembro, homenageava José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco, autor da Lei do Ventre Livre.

A Cana-de-Açúcar foi durante mais de cem anos, a cultura mais importante do Município. Entre 1822 e meados do século XX, a produção açucareira riobranquense passou a ter destaque estadual. O Engenho Central Rio Branco”, fundado em 1885 por Decreto Imperial, mais tarde de propriedade da Societé Sucriére de Rio Branco S/A, mais tarde denominada Usina São João, e depois da Usina São João II foi por mais de cem anos o impulsionador da lavoura, indústria e comércio locais, pois empregavam milhares de pessoas.

Também o café teve sua época áurea no século passado, chegando mesmo a ser exportado para a Europa, através da importante firma comercial de Adriano Telles & Cia. Adriano Telles, era Português e, juntamente com os Irmãos Mesquita, fundou aqui, em fins do século XIX, sua importante casa comercial que foi fator importantíssimo para o desenvolvimento da cidade.

Na segunda metade do séc. XX, a fase de desenvolvimento foi interrompida devido a inúmeras crises culminando com o fechamento das usinas.

Atualmente o município busca uma nova vocação, através de pequenas e médias indústrias que aqui vêm se instalando. Além de fábricas de móveis, um grande número de confecções, trazem o desenvolvimento industrial da cidade.

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TESTAMENTO DE JESUS CRISTO

Eu, Jesus de Nazaré, vendo que se aproxima a minha hora de deixar o mundo, estando na posse das minhas faculdades para assinar este documento, desejo repartir os meus bens entre as pessoas mais chegadas a mim. Mas, como vou ser entregue como cordeiro para salvação da humanidade, penso que é conveniente deixar os meus bens a todos.
Deixo todas as coisas que, desde o meu nascimento, estiveram presentes na minha vida e marcaram de um modo significativo.
Assim:
Deixo a Estrela que conduziu os Magos a Belém, aos desorientados e a todos os precisam ver claro, todos os que desejam ser guiados ou que servem de guias.
Deixo o manjedoura e o estábulo aos que não têm nada, nem se quer um lugar para se resguardar, uma fogueira para se aquecer ou um amigo com quem falar.
Deixo as minhas Sandálias aos que desejam empreender o caminho do bem, aos que estão dispostos a seguir-me até ao fim.
Deixo a Bacia onde lavei os pés, aos que querem servir, a quem desejar ser pequeno diante dos homens, pois esse será grande aos olhos de meu Pai.
Deixo o Prato onde parti o pão, aos que promovem a fraternidade para que estejam sempre dispostos a amar acima de tudo e a todos.
Deixo o Cálice, aos sedentos de um mundo melhor e de uma vida mais justa.
Deixo a Cruz a todos aqueles que estiverem dispostos a carregar com ela os desafios e sofrimentos para vencer a lutas do dia a dia.
Deixo a Túnica, a todo aquele que a dividir e repartir.
Também quero deixar como legado, a toda a humanidade, as atitudes que guiaram a minha vida, atitudes que quero que guiem também as vossas vidas.
Deixo a minha Palavra, e Ensino, que o Pai me confiou, a todo aquele que a escuta e põe em prática. Deixo a todos os que desejarem partilhá-la.
Deixo a Humildade a quem estiver disposto a trabalhar pela expansão do Reino dos Céus.
Deixo o meu Ombro, a todo aquele que precisar de um amigo em quem possa reclinar a cabeça, ao abatido pelo cansaço do caminho para que possa descansar e recobrar forças para continuar caminhando.
Mas porque amo a Humanidade, por quem tanto sofri, deixo-me a Mim Mesmo no mistério da Eucaristia, para vós busquem seres santos e discípulos meus.
Eu estarei convosco até ao fim dos tempos.
Jesus Cristo